Colegio Magister

Proposta Pedagógica

Justificativa:

Sabendo que a Educação Infantil é a primeira etapa da educação básica, temos como objetivo geral do curso o desenvolvimento integral da criança nos aspectos físico, emocional, afetivo, cognitivo e social, por acreditar que estes desenvolvimentos favorecem o acesso à aquisição de conhecimentos futuros que serão estabelecidos.

Nosso trabalho é todo baseado no Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil que se constitui em um conjunto de referências e orientações pedagógicas que visam a contribuir com práticas educativas de qualidade que promovem e ampliam as condições necessárias para o total desenvolvimento de crianças de 0 a 6 anos de idade.

● Aspecto físico – em concepções abrangentes os cuidados são compreendidos como aqueles referentes à proteção, saúde e alimentação, incluindo as necessidades de afeto, interação, estimulação, segurança e brincadeira que possibilitem a exploração e a descoberta.

● Aspecto emocionais – o desenvolvimento emocional da criança pequena está todo envolvido com a afetividade do desenvolvimento de uma pedagogia relacional, baseada exclusivamente no estabelecimento de relações pessoais intensas entre o educador e o educando. Não existe aprendizagem sem afetividade.

● Aspecto cognitivos – o desenvolvimento cognitivo está ligado ao desenvolvimento das estruturas do pensamento, da capacidade de formar conceitos e raciocinar, de aprendizagens de experiências diárias.
Compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo é o grande desafio da Educação Infantil e de todos os profissionais envolvidos.


Educar, portanto, significa propiciar situações de cuidados, brincadeiras e aprendizagens orientadas de forma integrada e que possam contribuir para o desenvolvimento das capacidades infantis de relação interpessoal de ser e estar com os outros em uma atitude básica de aceitação, respeito e confiança, e o acesso pelas crianças, aos conhecimentos mais amplos da realidade social e cultural.

Com todo este processo, a educação auxilia no desenvolvimento das capacidades de apropriação e conhecimentos das potencialidades corporais, afetivas, emocionais, nas perspectivas de contribuir para a formação de crianças felizes e saudáveis.



Objetivos Gerais da Educação Infantil

Os objetivos explicitam intenções educativas e estabelecem capacidades que as crianças poderão desenvolver como consequências de ações intencionais.

A pratica da educação infantil deve se organizar de modo que as crianças desenvolvam as seguintes capacidades:


● desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

● descobrir e conhecer progressivamente seu próprio corpo, suas potencialidades e seus limites, desenvolvendo e valorizando hábitos de cuidado com a própria saúde e bem-estar;

● estabelecer vínculos afetivos de troca com adultos e crianças, fortalecendo sua autoestima e ampliando gradativamente suas possibilidades de comunicação e interação social;

● estabelecer e ampliar cada vez mais as relações sociais, aprendendo aos poucos a articular seus interesses e pontos de vista com os demais, respeitando a diversidade e desenvolvendo atitudes de ajuda e colaboração;

● observar e explorar o ambiente com atitude de curiosidade percebendo-se cada vez mais como integrante, dependente e agente transformador do meio ambiente e valorizando atitudes que contribuam para sua conservação;

● brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

● utilizar as diferentes linguagens (corporal, musical, plástica, oral e escrita) ajustadas às diferentes intenções e situações de comunicação, de forma a compreender e ser compreendido, expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos e avançar no seu processo de construção de significados, enriquecendo cada vez mais sua capacidade expressiva;

● conhecer algumas manifestações culturais, demonstrando atitudes de interesse, respeito e participação frente a elas e valorizando a diversidade.



Características Específicas

CRIANÇAS DE UM A TRÊS ANOS (B2 - MINI-MATERNAL – MATERNAL)


Logo que aprende a andar, a criança parece tão encantada com sua nova capacidade que se diverte em locomover-se de um lado para o outro, sem uma finalidade específica. O exercício dessa capacidade, somado ao progressivo amadurecimento do sistema nervoso, propicia o aperfeiçoamento do andar, que se torna cada vez seguro e estável, desdobrando-se nos atos de correr, pular e suas variantes.

A grande independência que andar propicia na exploração do espaço é acompanhada também por uma maior disponibilidade das mãos: a criança dessa idade é aquela que não para, mexe em tudo, explora e pesquisa.

Ao mesmo tempo em que explora, aprende gradualmente a adequar seus gestos e movimentos às suas intenções e às demandas da realidade. Gestos como o de pegar um lápis para marcar um papel, embora ainda não muito seguros, são exemplos dos progressos no plano da gestualidade instrumental. O fato de manipular objetos que tenham um uso cultural bem definido não significa que a manipulação se restrinja a esse uso, já que o caráter expressivo do movimento ainda predomina. Assim, se a criança dessa idade pode pegar uma xícara para beber água, pode também pegá-la simplesmente para brincar, explorando as várias possibilidades de seu gesto.

Outro aspecto da dimensão expressiva do ato motor é o desenvolvimento dos gestos simbólicos, tanto aqueles ligados ao faz-de-conta quanto os que possuem uma função indicativa, como apontar, dar tchau, etc. No faz-de-conta podem observar situações em que as crianças revivem uma cena recorrendo somente aos seus gestos, por exemplo, quando, colocando os braços na posição de ninar, os balançam, fazendo de conta que estão embalando uma boneca. Nesse tipo de situação, a imitação desempenha um importante papel.

No plano da consciência corporal, nessa idade a criança começa a reconhecer a imagem do seu corpo, o que ocorre principalmente por meio das interações sociais que estabelece e das brincadeiras que faz diante do espelho. Nessas situações, ela aprende a reconhecer a sua identidade.

Assim sendo, nesta faixa etária, a prática educativa deve se organizar de forma que a criança desenvolva as seguintes capacidades:

● familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;

● explorar as possibilidade de gestos e ritmos corporais para se expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação;

● deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular etc., desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;

● explorar e utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para o uso de objetos diversos.

● participar de várias situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral, contando suas vivências;

● interessar-se pela leitura de história;

● familiarizar-se aos poucos com a escrita por meio da participação em situações nas quais ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos, etc.;

● estabelecer aproximações e algumas noções matemáticas presentes em seu cotidiano, como contagem, relações espaciais, etc.,

● explorar o ambiente para que possa se relacionar com pessoas;

● estabelecer contato com pequenos animais, com plantas e com objetos diversos, manifestando curiosidade e interesse;

● ampliar o conhecimento de mundo manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades de manuseio e entrando em contato formas diversas de expressão artísticas.




CRIANÇAS DE QUATRO A SEIS ANOS (JARDIM – PRÉ)


Nessa faixa etária constata-se uma ampliação do repertório de gestos instrumentais, aos quais contam progressiva precisão. Atos que exigem coordenação de vários segmentos motores e os ajustes a objetos específicos, como recortar, colar, encaixar pequenas peças etc., sofisticam-se. Ao lado disso, permanece a tendência lúdica da motricidade, sendo muito comum que as crianças, durante a realização de uma atividade desviem a direção de seus gestos; é o caso, por exemplo, da criança que está recortando e que de repente põe-se a brincar com a tesoura, transformando-a num avião, numa espada, etc.

Gradativamente, o movimento começa a submeter-se ao controle voluntário, o que se reflete na capacidade de planejar e antecipar ações – ou seja, de pensar antes de agir e no desenvolvimento crescente de recursos de contenção motora. A possibilidade de planejar seu próprio movimento mostra-se presente nas conversas entre crianças em que uma narra a outra o que e como fará para realizar determinada ação: “Eu vou lá, vou pular assim e vou pegar tal coisa...”.

Os recursos de contenção motora, por sua vez, se traduzem no aumento do tempo que a criança consegue manter-se numa mesma posição. Vale destacar o enorme esforço que tal aprendizado exige da criança, já que, quando o corpo está parado, ocorre intensa atividade muscular para mantê-lo na mesma postura. Do ponto de vista da atividade muscular, os recursos de expressividade correspondem a variações do tônus (grau de tensão do músculo), que respondem também pelo equilíbrio e sustentação das posturas corporais.

O maior controle sobre a própria ação resulta em diminuição da impulsividade motora que predominava nos bebês.

É grande o volume de jogos e brincadeiras encontradas nas diversas culturas que envolvem complexas sequências motoras para sempre produzidas, propiciando conquistas no plano da coordenação e precisão do movimento.

Para esta fase, os objetivos estabelecidos para a faixa etária de quatro a seis anos deverão ser aprofundados e ampliados, garantindo-se, ainda, oportunidades para que as crianças sejam capazes de:

● Ampliar as possibilidades expressivas do próprio movimento, utilizando gestos diversos e o ritmo corporal nas suas brincadeiras, danças, jogos e demais situações de interação;

● Explorar diferentes movimentos, como força, velocidade, resistência e flexibilidade, conhecendo gradativamente os limites e as potencialidades de seu corpo;

● Controlar gradualmente o próprio movimento, aperfeiçoando seus recursos de deslocamento e ajustando suas habilidades motoras para utilização em jogos, brincadeiras, danças e demais situações;

● Utilizar os movimentos de preensão, encaixe, lançamento etc., para ampliar suas possibilidades de manuseio dos diferentes materiais e objetos;

● Apropriar progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos e desenvolvendo cada vez mais uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;

● Conseguir correr, pular em um pé só, balançar, pegar uma bola, quicar a bola e fazer movimentos mais elaborados e exigentes;

• Conseguir desenhar objetos simples, cortar na linha, desenhar dentro do espaço delimitado, conseguir abotoar e também abrir e fechar zíper;

● Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão, interessando-se por conhecer vários gêneros orais e escritos e participando de diversas situações sociais nas quais possa contar suas vivências, ouvir as de outras pessoas, elaborar e responder perguntas;

● Familiarizar-se com a escrita por meio de manuseio de livros, revistas e outros portadores de texto e da vivência de diversas situações nas quais seu uso se faça necessário;

● Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;

● Interessar-se por escrever palavras e textos ainda que de forma não convencional;

● Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;

● Escolher livro para ler e apreciar;

● Reconhecer e valorizar os números, as operações numéricas, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;

● Comunicar idéias e hipóteses em situações problemas, utilizando a linguagem oral e a linguagem matemática;

● Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas novas, utilizando seus conhecimentos prévios;

● Interessar-se e demonstrar interesse pelo mundo social e natural formulando perguntas e imaginando soluções para compreendê-lo;

● Estabelecer algumas relações entre o modo de vida de seu grupo social e de outros grupos;

● Estabelecer algumas relações entre o meio ambiente e as formas de vida que ali se estabelecem, valorizando a preservação das espécies e a qualidade da vida humana;

● Interessar-se pelas próprias produções e entrar em contato com outras produções, ampliando seu conhecimento do mundo e da cultura;

● Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto, o cuidado e o respeito pelo processo de produção e criação.




Objetivos Específicos por Área do Conhecimento

Linguagem Oral e Escrita

A aprendizagem da linguagem oral e escrita é um dos elementos importantes para as crianças ampliarem suas possibilidades de inserção e de participação nas diversas práticas sociais.


• Participar de variadas situações de comunicação oral, para interagir e expressar desejos, necessidades e sentimentos por meio da linguagem oral;
• Familiarizar-se gradativamente com a escrita por meio da participação em situações nas quais ela se faz necessária e do contato cotidiano com livros, revistas, histórias em quadrinhos e etc;
• Relatar experiências vividas e narração de fatos em sequência temporal e causal;
• Interessar-se pela leitura;
• Ampliar gradativamente suas possibilidades de comunicação e expressão;
• Participar de diversas situações de intercâmbio social, ouvir, elaborar e responder a perguntas;
• Escutar textos lidos, apreciando a leitura feita pelo professor;
• Reconhecer seu nome escrito, sabendo identificá-lo nas diversas situações do cotidiano;
• Interessar-se por escrever palavras e textos ainda que de forma não convencional;
• Valorizar a leitura como fonte de prazer e conhecimento;
• Escolher livros e outros portadores textuais para ler e apreciar;
• Conhecer e reproduzir oralmente jogos verbais como trava-línguas, parlendas, poemas, adivinhas e canções;
• Identificar letras em diferentes palavras e nomeá-las.


Matemática

Desde o nascimento, as crianças estão imersas em um universo no qual os conhecimentos são parte integrante da vida. As crianças participam de uma série de situações envolvendo números, relações entre quantidades, noções sobre o espaço.

O trabalho com a Matemática pode contribuir para a formação de cidadãos autônomos, capazes de pensar por conta própria, sabendo resolver problemas. Aprender matemática é um processo contínuo de abstração no qual as crianças atribuem significados e estabelecem relações com base nas observações que fazem.


• Estabelecer aproximações para algumas noções matemáticas presentes no seu cotidiano, como contagem, relações espaciais e etc.;
• Observar e identificar a numeração em nosso cotidiano;
• Reconhecer os números, as contagens orais e as noções espaciais como ferramentas necessárias no seu cotidiano;
• Relacionar os números às suas respectivas quantidades;
• Sequenciar os números corretamente;
• Comunicar ideias matemáticas, hipóteses, processos utilizados e resultados encontrados em situações-problema;
• Utilizar de forma correta e gradativa a linguagem matemática;
• Ter confiança em suas próprias estratégias e na sua capacidade para lidar com situações matemáticas;
• Utilizar da contagem oral, de noções de quantidades, tempo e espaço em jogos, brincadeiras e músicas;
• Manipular e explorar objetos e brinquedos em situações organizadas de forma a existirem quantidades para que cada criança possa descobrir as características e propriedades principais e suas possibilidades associadas: empilhar, rolar, encaixar, etc;
• Marcar o tempo, por meio de calendário;
• Explorar diferentes procedimentos para comparar grandezas;
• Identificar pontos de referências para situar-se e deslocar-se no espaço.


Natureza e Sociedade

O mundo em que as crianças vivem se constitui em um conjunto de fenômenos naturais e sociais indissociáveis diante do qual elas se mostram curiosas e investigativas.
As vivências sociais, as históricas, os modos de vida, os lugares e o mundo natural são, para as crianças, parte de um todo integrado.
A área da Natureza e Sociedade reúne temas pertinentes ao mundo social e natural.

• Explorar o ambiente para que possam se relacionar com pessoas;
• Conhecer a função das pessoas e seus nomes;
• Estabelecer algumas relações entre o modo de vida característico de seu grupo social e natural, formulando perguntas, imaginando soluções para compreendê-lo, buscando informações e confrontando ideias;
• Valorizar a vida nas situações em que impliquem cuidados prestados a animais e plantas;
• Diferenciar os ambientes: escola e família;
• Estabelecer relações entre diferentes espécies de seres vivos, suas características e necessidades vitais;
• Conhecer os cuidados básicos de pequenos animais e vegetais, por meio da sua criação e cultivo;
• Conhecer os cuidados necessários para a preservação da vida e do ambiente;
• Estabelecer relações entre os fenômenos da natureza e de diferentes regiões e as formas de vida dos grupos sociais em que lá vivem;


Movimento

As crianças se movimentam desde que nascem adquirindo cada vez mais, maior controle sobre o seu próprio corpo e se apropriando, cada vez mais, das possibilidades de interação com o mundo.
Engatinham, caminham, manuseiam objetos, correm, saltam, brincam sozinhas ou em grupos, com objetos ou brinquedos experimentando novas maneiras de utilizar seu corpo e seu movimento.
Assim, a Educação Infantil deve favorecer o ambiente físico e social onde as crianças se sintam protegidas e, ao mesmo tempo, seguras para arriscar e vencer desafios.

• Familiarizar-se com a imagem do próprio corpo;
• Explorar as possibilidades de gestos e ritmos corporais para expressar-se nas brincadeiras e nas demais situações de interação, por meio de jogos, músicas, etc;
• Deslocar-se com destreza progressiva no espaço ao andar, correr, pular, entre outras habilidades motoras, desenvolvendo atitude de confiança nas próprias capacidades motoras;
• Explorar os mais diversos movimentos como força, velocidade, resistência, flexibilidade, conhecendo os limites e as potencialidades de seu corpo;
• Apropriar-se progressivamente da imagem global de seu corpo, conhecendo e identificando seus segmentos e elementos, desenvolvendo cada vez mais, uma atitude de interesse e cuidado com o próprio corpo;
• Explorar diferentes posturas corporais como: sentar-se em diferentes inclinações, deitar-se em diferentes posições, ficar em pé apoiando-se na planta dos pés com e sem ajuda.


Música

A música, no contexto da Educação Infantil, atende a vários objetivos, como a formação de hábitos, atitudes, comportamentos, comemorações relativas ao calendário de eventos do ano letivo, memorização de conteúdos.
No desenvolvimento infantil é o exercício da expressão musical que resulta em propostas que respeitam o modo de perceber, sentir e pensar em cada fase, contribuindo para que a construção do conhecimento dessa linguagem ocorra de modo significativo.

• Brincar com a música, imitar, inventar e reproduzir criações musicais;
• Ouvir, perceber e discriminar eventos sonoros diversos;
• Explorar e identificar elementos da música para se expressar, interagir com os outros e ampliar o seu conhecimento de mundo;
• Perceber e expressar sensações, sentimentos e pensamentos, por meio de improvisações e interpretações musicais;
• Explorar diversos materiais e discriminar seus sons identificando-os;
• Participar de brincadeiras e jogos cantados e rítmicos com movimentos corporais;
• Interpretar músicas e canções diversas;
• Desenvolver, por meio de variados repertórios de canções, a memória musical;
• Reconhecer por meio de brincadeiras os sons graves e agudos; curtos e longos; fracos e fortes e o timbre;
• Escutar diversas obras musicais;
• Conhecer compositores e suas obras;
• Desenvolver recursos para a confecção de instrumentos;
• Conhecer a história que envolve a invenção e construção dos instrumentos musicais;
• Desenvolver o gosto pela música, pelos instrumentos e propiciar momentos de formação de bandinhas.



Artes Visuais

As Artes Visuais estão presentes no cotidiano da vida infantil. Ao rabiscar e desenhar, seja no papel, seja no chão, na areia, ao pintar os objetos e até mesmo o próprio corpo, a criança está utilizando-se das artes visuais para expressar experiências sensíveis.

Tal como a música, as artes visuais são linguagens e, portanto, uma das formas importantes de expressão e comunicação humana, o que, por si só justifica a presença no contexto da educação infantil, particularmente.

• Ampliar o conhecimento que possuem, manipulando diferentes objetos e materiais, explorando suas características, propriedades e possibilidades de manuseio;
• Produzir trabalhos de arte, utilizando a linguagem do desenho, da pintura, da modelagem, da colagem, da construção, desenvolvendo o gosto e o respeito pelo processo de produção e criação;
• Explorar e reconhecer diferentes movimentos gestuais, visando a produção de marcas gráficas;
• Valorizar as suas próprias produções, as de outras crianças e a produção de arte em geral;
• Organizar e cuidar dos materiais no espaço físico da sala de aula;
• Leitura de obras de arte a partir da observação, narração, descrição e interpretação de imagens e objetos;
• Compreender e conhecer a diversidade da produção artística na medida em que se estabelece contato com as imagens das artes nos diversos meios, como livros, revistas, visitas às exposições, filmes e etc.

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